terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Pequeno histórico

A primeira idéia que me vem a cabeça quando penso em leitura e escrita é a de que, sempre admirei muito quem lia bastante e escrevia bem. Sempre tive vontade de ler as obras consideradas "clássicas" ou "aqueles" autores difíceis, desafiadores. No entanto, nunca fui uma grande leitora. Nunca tive o costume de ler muito, e nem me arriscava nestes clássicos.
Infelizmente, durante minha infância e adolescência, meu tempo livre era passado em frente a televisão, ou no cinema. Inclusive achava muito legal quando os tais clássicos, os quais tinha curiosidade em conhecer a história, eram rodados em filme.
Já no colegial, me preparando para o vestibular, tive que ler autores brasileiros importantes, e muitos deles me surpreenderam e gostei muito do que li. No entanto, aquelas leituras ainda tinham um gostinho de obrigação ruim.
Mesmo na faculdade, lia apenas o necessário, mas foi aí que esta história começou a mudar. Nessa época tive que ler Sartre, Proust, Freud, KafKa, então aquela minha vontade foi tendo que ser colocada em prática. Tinha então que me policiar para trocar a televisão, pelos livros. Ainda que sendo uma tarefa obrigatória eu tive muito prazer em ler estes livros.
Fiquei muito empolgada ao ver a lista de livros de sugestão de leitura para nossa disciplina, "Como se lê, como se escreve", muitos destes livros me pareceram interessantíssimos. A idéia de pensar em como se lê e como se escreve, observando o ponto de vista de outros autores, assim como nosso próprio, é bem desafiadora.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Primeiras impressões

Achei muito interessante pensar a respeito do modo como leio e escrevo.